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quarta-feira, 28 de maio de 2008

Palestra reune estudantes de comunicação social

Na manha do dia 28 de maio, alunos e professores da Faculdade de Ciências Sociais e Tecnológicas, FACITEC, prestigiaram uma interessante palestra no auditório da faculdade sobre o tema "O Poder Emocional da Marca" liderado pelo professor de Publicidade e Propaganda, José Neto.
Em seus tópicos apresentados, o professor orientava aos alunos a pensarem em marcas, em slogan, marketing e explicou a importância de cada um deles para a venda de um produto. O marketing, por exemplo é essencial para o produto ser conhecido e tornar-se consumido pelo comprador. Destacou também a liderança do capitalismo, o principal aliado para o consumismo.
Na palestra o professor José Neto, mostrou aos alunos de comunicação social, a história da marca americana Harley Davidson. Os alunos ficaram estusiasmados com o progresso e história da marca. "Penso que grandes marcas necessitam de um bom merketing, pois é ele que levanta e torna uma marca visível e reconhecida" Declara Nahyara Ramos, 20 anos, estudante de jornalismo.
A palestra contou também com informações sobre diversas marcas que mais se destacam no mercado, como a mundialmente conhecida Coca Cola que lidera o ranking em publicidade.
Depois da apresentação, foi aberto um espaço para os presentes fazerem perguntas ao professor José Neto sobre o tema, onde todos que estavam no auditório puderam sanar todas as dúvidas e curiosidades sobre o assunto. "Achei muito interessante a palestra, além de completar o que eu já estou aprendendo nas disciplinas, despertou mais interesse para o complemento do meu curso" Afirma Danielly Oliveira, 20 anos, estudante de publicidade e propaganda.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Convergência de mídia

Nos dias de hoje a multi função dos meios midiáticos estão por toda parte. Mas até onde pode chegar tanta evolução? Televisão, rádio e internet são exemplos dessa grande transformação. Esses meios carregam informações multipolarizadas, a tv digital com funções de um novo mundo, o rádio que compõe uma série de interações e a internet que a cada dia acolhe um novo numero de usuários que aderem a banda larga, podendo assistir vídeos e baixar arquivos que ficou muito mais fácil, podendo aproveitar ao máximo a internet.
A convergência de mídia aproveita o que tem de melhor e mais característico de cada meio, o conteúdo do jornal, o improviso e o coloquialismo do rádio, a imagem e da televisão, e os múltiplos recursos da Internet.
Essa multi função que compõem esses meios são imprescindíveis pois cada suporte tem um formato peculiar, que apresenta e ajuda na formação e conclusão de cada espaço.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

A liberdade não tem preço

A liberdade de expressão é o que todos pregam, o direito de poder falar o que pensa e de criticar o que acha injusto. Nos meios de comunicação não acontece dessa forma, tudo é controlado por quem exerce mais poder.No jornalismo essa liberdade é marcada por inúmeras formas. Falar de um determinado assunto requer bom-senso, moral e ética.
Para tanto, a liberdade não tem preço, mas é preciso ter cuidado para não lesar, denegrir ou caluniar alguém. A projeção de argumentar, falar, escrever deve estar fundamentada em não possuir interferências externas. Nós jornalistas precisamos dessa liberdade, pois estamos em busca da verdade, que muitas vezes é questionada pelo público. É preciso ter liberdade para que apareça a verdade.

domingo, 30 de março de 2008

Adotar: um gesto de amor

O tema adoção ainda é desconhecido e desperta a curiosidade da grande maioria, mas aqueles que têm o conhecimento, pouco gostam de falar, o que dificulta o acesso das pessoas à informação.
Adotar uma criança é o plano de muitos casais, famílias e até pessoas solteiras que planejam ter uma criança para cuidar e dar amor necessário. Mas não é fácil querer e poder, pois são vários obstáculos para se chegar ao desejado. Estima-se que existam, hoje, cerca de 1 milhão de crianças e adolescentes que vivem em instituições públicas, à espera pela reintegração familiar.
Larissa Ferraz, 28 anos, advogada, não pode ter filhos de forma natural e deseja tornar realidade o sonho de ser mãe “São muitos processos para chegar à adoção de uma criança, é um caminho longo imposto pela justiça e estou tentando faz um bom tempo, mas por não ser casada acho que atrapalha um pouco a minha vontade, mas não desisto, quero ter a possibilidade de cuidar e ser mãe” declara.
Como o caso de Larissa, existem muitas pessoas que estão na fila para adoção de um novo membro da família. A preferência da grande maioria são bebês de até 1 ano de idade, afirma a coordenadora do orfanato Luz do Sol, Maria Aparecida. E é aí que vive o drama de crianças que se tornam adolescentes, nos abrigos 50% delas têm mais de oito anos e encontra dificuldade, afinal, o bebê conforme cresce é educado de acordo com as normas daquela família. Para Maria Aparecida, o preconceito ainda persiste. “As pessoas preferem adotar o bebê, porque acreditam que com as maiores a família não irá se adaptar. A criança de um abrigo foi criada de maneira diferente, com outros conceitos e, sem dúvida, amadurece precocemente. E isso reflete na personalidade e na convivência do dia-a-dia. Quem busca adotar um bebê traz em sua bagagem bastante expectativa. Quem opta por uma criança maior tem no processo de gestação algo bem resolvido” afirma.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Espelho, espelho meu, existe alguém mais belo que eu ?


Não é nada fácil ser bonito como as celebridades que arrancam suspiros e são alvo de inveja. A boa aparência é uma exigência que persegue a todos, a beleza a qualquer custo afeta cada vez mais pessoas comuns que se dispõe a buscar o padrão imposto pela sociedade e pela mídia. Esse mesmo padrão é alvo de críticas por especialistas e por pessoas adeptas ou não. Algumas horas em academias, salões de beleza, clínicas de estéticas e salas de cirurgias. Mas qual é preço disso tudo? Essa busca é saudável? De acordo com a psicóloga, Gabrielle Aparecida, “toda essa busca está ligada a auto-estima do indivíduo. “O espelho reflete também o estado emocional da pessoa, a partir dos 12 anos, a estética é enfatizada como indispensável para aquele adolescente, que quando não é excessiva, é saudável”.
O cirurgião plástico e dono da clinica Alexandre Castilho, informa que os tratamentos mais procurados ainda são a famosa lipoaspiração, cirurgia que auxilia na redução de gordura, botox, indicado para minimizar as rugas de expressão, a drenagem linfática que tem como principal função estimulara circulação através de massagem e a mamoplastia de aumento, a chamada prótese de mama. “Muitos pacientes me procuram sem ao menos precisarem de alguma plástica ou retoque. Eles procuram a clínica por vaidade mesmo, muitos desejam ser uma cópia de famosos, para se sentirem mais feliz com o próprio corpo e com isso interfere na alma e na mente, tenho clientes extremamente exagerados que gostariam de fazer inúmeras coisas que não me cabem fazer, pois muitas vezes podem acarretar na saúde desses pacientes e tento preservá-los”. Sentencia Alexandre que procura auxiliar seus pacientes de que as cirurgias têm seus riscos.
Clínicas de estéticas e salões de beleza faturam cada vez mais com inovações e tecnologias que prometem milagres, assim como o alisamento de cabelo com a progressiva, que fazem a cabeça das mulheres e utilizado em grande parte dos salões, que de maneira correta traz benefícios ao usuário.
E quem acha que os homens não se preocupam com a beleza, está totalmente enganado, cremes, xampus, loções e tratamentos estéticos fazem parte sim do universo masculino. Mais do que nunca eles querem causar uma boa impressão e encaram como algo positivo e sem preconceito, pois o mercado de trabalho exige uma boa aparência. É nesse ponto que as indústrias de produtos masculinos investem cada vez mais. Antigamente os produtos estéticos eram direcionados totalmente às mulheres, hoje, dividem espaço nas prateleiras com artigos voltados para o público masculino.
Na verdade vale tudo para ficar bonito e se sentir bem desde que isso não interfira na vida de uma forma viciosa ou que acarrete malefícios, ao procurar um profissional saiba que não só sua beleza está em jogo e sim sua saúde e sua vida.

Amanda Andrade

domingo, 9 de março de 2008

Acreditar na força Feminina

Mulher, uma pequena palavra, mas que expressa sentimentos e força para vencer. Desde as I e II Guerras Mundiais as mulheres vem lutando o seu espaço na sociedade e foi a partir daí que elas começaram a assumir a posição dos homens no mercado de trabalho.
Atitudes foram concebidas para o benefício das mulheres, pois pesquisas apontam que há mais mulheres do que homens no Brasil, hoje elas podem contar com mais oferta de emprego, e seus rendimentos crescem em um ritmo mais elevado do que os homens. Mesmo com essas facilidades, ainda há muita discriminação com a mulher em relação ao homem, como por exemplo, a desigualdade salarial entre os sexos.
Não há duvida que a mulher vem se superando a cada época que se passa, pois ela encontra forças para ser mãe, esposa, amiga, trabalhadora, dona de casa e enfim mulher.
É de tamanha importância a sua presença que ela desfruta de um dia destinado só para ela, dia 08 de março é o Dia da Mulher, esse dia está ligado aos movimentos feministas que buscavam mais dignidade para as mulheres e sociedades mais justas e igualitárias. Campanhas são feitas para exaltar o seu valor e assim tentar explicar a importância de sua presença no mundo.



Amanda Andrade .

domingo, 2 de março de 2008

Inclusão Digital

Inclusão Digital ou infoinclusão é a democratização ao acesso ás tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade de informação, mas não é bem isso que acontece, há pessoas que ainda não estão incluídas nesse gigantesco mundo da informação.
É comum ouvir falar em democratização do acesso e melhoras de condições de vida através da informação digital. Isso não quer dizer que tem que ser colocado só computadores em uma determinada escola para ela se tornar incluída digitalmente, mas sim, ensinar aos alunos a aprender e a utilizar os benefícios que ele pode trazer.
Governos e Ongs (Organização Não Governamental) procuram promover a inclusão social utilizando a tecnologia da informação como um instrumento para a construção e exercício da cidadania.

Por Amanda Andrade