sábado, 14 de junho de 2008
Hoje é dia de tomar gotinha
terça-feira, 3 de junho de 2008
EXPECTATIVA PARA AS OLIMPÍADAS 2008

quarta-feira, 28 de maio de 2008
Novas Tecnologias da Informação é tema central da Semana Acadêmica
No auditório estava o palestrante José Neto, professor de publicidade e propaganda. O tema discutido tratava-se do Poder Emocional da Marca. O professor abordou pontos relativos aos valores agredados a ela. Trouxe exemplos de marcas conhecidas, em destaque descreveu a história da motocicleta Harley-Davidson, admirada e fidelizada por seus clientes.
“ Eu penso que essa oportunidade oferecida pela faculdade deve ser aproveitada pelos alunos, porque é uma forma de gerar mais conhecimento aos futuros profissionais da área”, comenta a aluna de jornalismo 5º semestre, Priscila Santos.
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Convergência de mídias
A internet tornou-se a mediadora das mídias tradicionais, dando-lhes suporte virtual. A convergência leva a segmentação midiática, que é um marco para a evolução tecnológica. Isso ocorre através da interconexão entre as mídias transmitidas com qualidade digital.
A tecnológia não extinguiu as mídias habituais, mas deu força e agilidade a utilização delas. Os componentes da digitalização proporcionam aos usuários tornaram-se autores do produto e da informação. O receptor deixa de ser passivo no processo comunicacional. A segmentação da mídia provoca a divisão do público.
No universo digital as mensagens estão circulando de acordo com a narrativa dos acontecimentos. A simultaneidade dos modelos midiáticos provoca o surgimento de uma nova linguagem convergente, a interpretação dos meios.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
A liberdade não tem preço
Para tanto, a liberdade não tem preço, mas é preciso ter cuidado para não lesar, denegrir ou caluniar alguém. A projeção de argumentar, falar, escrever deve estar fundamentada em não possuir interferências externas. Nós jornalistas precisamos dessa liberdade, pois estamos em busca da verdade, que muitas vezes é questionada pelo público. É preciso ter liberdade para que apareça a verdade.
domingo, 11 de maio de 2008
Jornalismo especializado
sábado, 8 de março de 2008
Brasília tem a melhor escola de música da América Latina
Em meio à região turística do Planalto Central, numa área bem distante do litoral, a Escola de Música de Brasília foi fundada em 11 de março de 1974, pelo maestro Livino de Alcântara. A escola tornou-se Centro de Educação Profissionalizante (CEP) e desenvolve projetos sócio-educativos.
Atualmente com 1854 estudantes de música, 38 possuem necessidades especias, dentre eles 22 apresentam deficiência visual. Os interessados podem ingressar na EMB através de sorteio ou testes práticos. A demanda é alta e a seleção não é financeira. “As pessoas associam os deficientes às dificuldades na aprendizagem, mas não tem”, comenta Marúzia Sampaio, coordenadora do núcleo de inclusão.
A instituição presta serviços culturais para a sociedade e conta com o apoio financeiro da Diretoria de Ensino Especial, mas enfrenta dificuldades. Com o intuito de ajudar financeiramente o núcleo, foi criado o Curso Pontual destinado aos alunos não regulares, as aulas são ministradas aos sábados com períodos de manhã e tarde, com duração de 3 a 4 meses.
Gabriel Fernando de Souza, 13, está há cinco anos na escola. É deficiente visual, mas isso não se tornou obstáculo para ser considerado super dotado em música. Fez aulas de clarinete, percussão, piano, teclado e mídia musical. Assim como Gabriel, qualquer aluno é especial e recebe o mesmo tratamento.
Segundo o diretor maestro Carlos Galvão, todos os ex-alunos estão empregados. A Escola de Música de Brasília dialoga com todas as formas e busca mostrar a potencialidade musical do Brasil, além disso, é a que mais oferece cursos por unidade no país e em toda América Latina.
domingo, 2 de março de 2008
A construção de um país digitalizado
A inclusão digital torna-se responsabilidade social
O processo de inclusão digital iniciado no Brasil há alguns anos, tem ganhado destaque no cenário político com projetos e programas sociais, porém, muitos ainda não entraram em prática. A nova era da informação dispõe de benefícios que nem todos têm acesso por questões sociais, culturais e econômicas.
A inclusão digital corresponde a uma nova estratégia de democratização e integração da comunicação eletrônica. As escolas e universidades tornaram-se essenciais na difusão de conhecimento da digitalização. É preciso capacitar os professores e fazer uso do laboratório digital com freqüência.
De fato muitas famílias não têm condições de adquirir um computador e até mesmo ter acesso à internet. Trata-se de responsabilidade social, a disponibilidade da informação tem que ser para todos. Deve-se ter como finalidade aprimorar o ambiente social através do manuseio de computadores.
Atualmente as lan houses tem sido instrumento de fácil acesso para inclusão digital. O problema é que as pessoas nem sempre podem gastar dinheiro com algumas horas “navegando”. A saída é implantar mais programas de acesso gratuito à internet em espaços comunitários. É importante frisar que a conseqüência da inclusão digital está ligada à geração de empregos, estímulo ao conhecimento e a diminuição da desigualdade social.
Priscila Rodrigues