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sexta-feira, 6 de junho de 2008

Água: saiba usar para não deixar faltar

O futuro da Terra pode não ser tão animado assim se não tivermos cuidado com a água.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Rádio foi tema da última palestra da Semana de Comunicação Social

No último dia da Semana de Comunicação Social da Faculdade Facitec, o palestrante Rogério Fuente, graduado pela UnB, falou por mais de uma hora sobre "A convergência digital e o rádio difusão – o rádio vai desaparecer?" Segundo ele, a melhor forma de se contar uma história continua sendo através do lide, este detalhe é fundamental desde os tempos do filósofo Aristóteles.

A história do rádio no Brasil começou a partir do ano de 1894, com o Padre Landel. Em 1916, o meio acústico começou a ser desenvolvido ainda que muito timidamente, quando as pessoas eram incentivadas a montar seu próprio aparelho receptor. Em 1920, impulsionados principalmente pelo fim da Primeira Guerra Mundial e iminente início da Segunda Guerra, os Estados Unidos da América começaram a investir em equipamentos. Logo atrás veio a Alemanha, também com interesses bélicos.

Na década de 30 o rádio passou a ser uma verdadeira "febre" e várias empresas começaram a investir na produção em massa de aparelhos cada vez mais modernos de transmissores. Fuente acrescentou que, nos últimos 80 anos, o rádio tem evoluído junto com a tecnologia, chegando à digitalização do áudio, que é considerado o auge da modernidade. Atualmente o processo de montagem não é mais mecânico e lento como antigamente. Era preciso a ajuda de um operador para se gravar uma notícia. Hoje, o próprio repórter faz a matéria em menos de 5 minutos, coisa que era feita antes em horas, quando não em dias.
Para o palestrante, as rádios são um meio de comunicação que estão longe de serem extintas, até porque, elas pautam grandes agências de notícias. É o caso da Rádio Senado, que tem, em média, 1.500 acessos quase que diários dessas agências. Embora muitos acreditem que as rádios têm um tempo curto de duração, Fuente afima que elas ainda podem durar muito tempo.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Convergência de Mídias para todos?

A cada hora que passa o mundo nos encanta com suas novidades tecnológicas, é tv digital, mp7, internet no celular, câmeras digitais, etc. A nova sensação da Sansung é um aparelho que pode ser comparado a um jato de informações que lança para os televisores sinais analógicos e tudo isso coletados, armazenados e decodificados em um disco rígido junto á tv.
O que mais impressiona diante de tanta tecnologia é a falta de credibilidade de alguns em não acreditarem que seja possível tal capacidade da tecnologia se apoderarem do mundo midiático cada vez mais concentrado em mídias convergentes. A esses céticos da convergência midiática fica o aviso de se ajustarem às novas tecnologias, por que elas estão chegando com toda a força e para ficar, portanto é urgente se adequar e correr atrás do prejuízo.
Infelizmente a nossa realidade (Brasil) é outra completamente diferente, um país tão grande, tão rico e com tamanha desigualdade social. Enquanto muitos conhecem as novas tecnologia de ponta a grande maioria nunca viu um computador, acessou a internet, desconhece um Mp3, pen drive, ou quaisquer aparelhos que fazem sucesso entre jovens de classe média e alta.
De quem é a culpa para tanta desigualdade social e tecnológica? O que podemos fazer para incluir esses marginalizados que ficam à parte destas novidades tão impressionantes? Em primeiro lugar vem o governo que não implanta políticas públicas que beneficie o povo que realmente precisa se conectar com as novidades tecnológicas para crescer tanto intelectualmente como para ser um cidadão que sabe lutar por seus direitos, também os grandes empresários deveriam investir no social, sem estar sempre se preocupados com lucros e quanto a nós podemos começar pela nossa própria rua, bairro, estar atentos a quem não tem a mesma oportunidades que nós. Afinal se cada um fizer a sua parte poderemos ajudar a por fim ou pelo menos abrandar a desigualdade e exclusão do acesso às novas convergência de mídias.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Há imprensa medíocre

Segundo o dicionário da Língua Portuguesa, medíocre é o que tem pouca qualidade, pouco valor, pouco merecimento. Pode-se atribuir o termo medíocre à matérias jornalísticas e se valem da miséria humana, da dor e sofrimento de pessoas que perderam seus entes queridos de forma drásticas, bárbaras e cruéis.
Um exemplo claro de uma mídia medíocre é o Jornal “Na Polícia e nas Ruas”, que a cada matéria sensacionalista se vale de fotos grotescas e textos esdrúxulos para vender informações sem se preocupar que os atingidos direto ou indiretamente com a notícia tem sentimentos que merecem ser respeitados.
A grande questão envolvida é, por que esse tipo de jornal existe? A própria sociedade é quem “patrocina” este tipo de jornalismo (imprensa marrom ) por comprar e consumir informações deste gênero e desta forma dar margem para que matérias medíocres se alastrem e tomem conta das ruas e semáforos da cidade.
Uma possível solução deste mal cada vez mais crescente, é a conscientização dos atuais estudantes de jornalismo. É fundamental que saibam que “ética jornalística ” é fundamental para que se ajude a formar uma sociedade mais justa e consciente.

sábado, 10 de maio de 2008

Usabilidade na internet

A cobertura esportiva brasileira tem evoluido nos útimos tempos, embora, não tenha muito patrocínio ou investimento. A busca pela perfeição nas abordagens esportivas, se espelham na mídia on-line americana mais específicamente na ESPN que tem sido modelo e referência para muitas agências de notícias on-line.
No geral o leitor on-line é um leitor diferenciado que raramente ler jornais e notícias impresas.
A web é muito conhecida por sua usabilidade e agilidade, por isso as agências de notícias devem ser alimentadas com rapidez e agilidade para que seus leitores não partam para outros provedores.

sábado, 29 de março de 2008

Adoção, um ato de amor


A adoção é mais que um ato de amor, é uma lição de cidadania. Em princípio, a adoção é uma forma de proteção à criança e um acalento para casais que por algum motivo não podem ter filhos. É o que determina (pelo menos na teoria) a Constituição Federal de 1988 e o Estatuto da Criança e do Adolescente de 1990.

Infelizmente, vez por outra ficamos sabendo de casos de pessoas que adotam crianças e as submetem a maus tratos como torturas e espancamentos, é o caso da empresária de Goiânia que tinha adotado uma criança de 12 anos e juntamente com a sua empregada doméstica torturava a criança. O Ministério Público já está tomando as devidas providências neste caso absurdo, mais que sabemos, é uma realidade que muitas crianças passam. Por esse motivo é mais do que necessário que haja o acompanhamento de uma equipe técnica, formada por psicólogos, assistentes sociais que auxiliaram na preparação da família no acolhimento de seu futuro filho e filha além de se certificar que a criança terá garantido seu direito de ter um bom desenvolvimento físico, educacional, moral e espiritual.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Células tronco em discurssão



Brasil precisa avançar em pesquisas com céluas tronco


Está em andamento no Superior Tribunal Federal (STF) a discurssão relacionada a liberação do uso de células-tronco. O relator Carlos Ayres Britto e a presidente da Corte Ellen Gracie mostraram-se favoráveis ao uso de células embrionárias humanas para pesquisas científicas.
Para o geneticista Oliver Smithies, 82 anos, prêmio Nobel De Medicina e Filosofia em 2007 se o Brasil não aceitar fazer pesquisas com células embrionárias, ele estará atrasado em anos além de estar impedindo seus cientistas de avançarem em questão de pesquisas e em relação aos cientistas mundiais.
Ainda segundo Oliver, sem a liberação dessa lei o Brasil ficará para trás no processo científico mundial, além de não ser visto como um país colaborador de outras nações que investem nesse tipo de pesquisas. O especialista trabalha há mais de 20 anos com esse tema. Para ele, não trabalhar com esse tipo de pesquisas torna o Brasil um país atrasado em pelo menos sete anos, data que começaram as pesquisas relacionadas com as células tronco.
Smithies que participou do I Simpósio Brasileiro de Tecnologia Transgênica, em São Paulo, cientistas de todo o mundo trabalham em cooperação e quanto mais um país colabora, mais ele é beneficiado com os resultados das pesquisas e pode trocar informações entre os colaboradores.
O que pode perceber é que o Supremo está divido de um lado tem dois votos favoráveis a essa nova lei a do relator Carlos Ayres de Britto, e da presidente da corte, Ellen Gracie. A votação foi adiada a pedido do ministro Carlos Alberto Direito.
Em meio a toda a polêmica que se forma a esse respeito o cientista afirma que a as pesquisas envolvendo as células tronco, se trata de uma forma de melhorar a vida de muitas pessoas e até doar vida a pessoas e não acabar com elas. Ao contrário da declaração do Papa Bento XVI, que vê as pesquisas com células tronco como ‘um pecado’. O cientista acrescentou que assim como Deus criou a vida ele pode por outros meios melhora-la por meio das pesquisas com células-tronco. Muitos ainda não entendem o real significado dessas pesquisas e seta falta de entendimento tem atrasado bastante o avanço das pesquisas nesta área.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Inclusão digital

Somos uma sociedade teoricamente formada pela informação, que tem mudado consideravelmente nosso comportamento assim como um dia fez o telefone,o rádio e a TV. Temos uma infinidade de meios digitais disponíveis a cada dia mais surpreendentes e dinâmicos. Podemos ao mesmo tempo ver e ouvir uma imagem compartilhada por milhares de pessoas ao mesmo tempo em todo o mundo e em tempo real.
Mais infelizmente nem todos podem compartilhar desse mundo informatizado e digitalizado, mais conhecido como aldeia global. Os custos altos, a falta de uma política definida, sem falar da ausência de capacitação, são alguns dos fatores que tem contribuído para a chamada exclusão digital, uma nova 'casta' que vem surgido.
É um absurdo em um mundo tão “moderno” ainda existirem pessoas que não sabem o que é um e-mail, pen drive, fazer uma simples transação bancária nos caixas eletrônicos e pior, muitos nunca nem ouviram falar em computador, rede sem fio e etc.
O mais surpreendente é que não é difícil resolver este ‘problema’, bastaria haver interesse por parte da sociedade civil, empresas e governos para que se crie condições de expandir a digitalização em todo o país, fortalecendo a consciência coletiva e social que tem separado os digitalizados e os excluídos digitalmente. O que eu, você ou qual quer um que deseje uma sociedade mais justa e igualitária deve fazer para ajudar reverter nossa triste realidade. Ponhamos nossa mão na cosciência e reflitamos com o que estamos fazendo com o nosso PODER de CONHECIMENTO.

Cleidinalva Rosa
Texto opinativo