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terça-feira, 13 de maio de 2008

CIDADANIA EXIGE AUTOCRÍTICA

Falar em cidadania para mim seria algo prazeroso se realmente as pessoas ou instituições dessem o valor que esta palavra tem, colocando-a em prática. Nos dias atuais os governos não estão voltados para este quesito, as escolas não formam cidadãos conscientes , politizados dotados de capacidade de discernir o certo do errado. Parece-me que não é do interesse dos homens que comandam este país, em especial a classe política, que têm o interesse que a grande massa continue passiva para que possam lograr êxito em seus objetivos políticos.

Um exemplo disso são as redações dos meios de comunicação que estão repletas de profissionais que são pagos para assassinar a reputação alheia sem existir mecanismos que os impeça de execrar publicamente pessoas ou instituições. Não estou me referindo à volta da censura, bem longe disso. Acho que não é por aí, mas sim, responsabilidade naquilo que se escreve.

Por que isso acontece?A resposta é simples. Justamente pela a ausência daquela palavrinha mágica que pronunciamos no inicio deste texto; Cidadania. Para ser cidadão é necessário ser crítico, para ser crítico é preciso ter formação, ou seja, uma coisa depende da outra. Como um individuo vai ter a condição de se posicionar acerca de um assunto, se ele sabe ler, mais não sabe interpretar? Aí é onde os coronéis eletrônicos e a corja política se perpetuam no poder à custa da ignorância da maioria, transformando-os em “massa de manobra”.

domingo, 4 de maio de 2008

Comentário sobre o texto- jornalismo Especializado

O assunto a qual o texto se refere, mídia on-line é de uma grande atualidade, pois este tipo de mídia vem crescendo vertiginosamente. Alguns especialistas chegam a afirmar que está será a mídia do futuro. O exemplo mais claro desta afirmação é a grande quantidade de profissionais de jornalismo que estão migrando para esta área

Uma vantagem que a mídia on-line leva em relação aos outros tipos, é a sua capacidade de atualização dos fatos, informando tudo que acontece no Brasil e no mundo em tempo recorde.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Estudantes de Jornalismo da FACITEC visitam Escola de Música

Os alunos do curso de comunicação (Jornalismo) da FACITEC visitaram a EMB, nesta segunda feira (3). O objetivo da visita, coordenado pela professora Maria Carolina visa familiarizar os acadêmicos com os projetos sócio-educativos desenvolvido por aquela instituição de ensino. Na ocasião, os visitantes tiveram a oportunidade de participar de uma mini palestra com a professora Marúzia Coelho Sampaio, que teve como tema central: a metodologia de ensino da musicografia Braille. A professora que é licenciada em música, mostrou aos alunos da FACITEC, as regletes, que são instrumentos usados pelos deficientes visuais para desenvolver a escrita, e a leitura de partituras musicais.

Ao ser questionado sobre a inclusão dos alunos com necessidades especiais, a professora afirmou que existem regras. “Após entrar na escola, o aluno que reprovar três vezes será excluído temporariamente, mas depois, poderá se candidatar à vaga outra vez, só que ficando na fila de espera” Concluiu Marúzia. A musicografia Braille foi implantada na EMB, na década de 80.

Encontro com o diretor

Dando continuidade a visita, os acadêmicos e a professora Maria Carolina, tiveram um encontro com o Professor Carlos Galvão que é o atual diretor e mentor dos projetos que estão em andamento. O professor Galvão, recebeu os visitantes com muita simpatia não deixando nenhuma pergunta que fosse do interesse do alunato sem resposta. Em seguida falou sobre as dificuldades que enfrentou para transformar a EMB, em excelência educacional “Até a minha chegada, a EMB, funcionava como escola de música da rede pública de ensino, só depois que apresentamos os projetos ao MEC e ao Governo do DF, que ela veio a se transformar em CEP” (Centro de Educação Profissional) Afirmou.

sábado, 1 de março de 2008

A inclusão do excluídos

Para o brasileiro a palavra “inclusão” deveria ter um maior significado já que no dicionário de língua portuguesa ela vem com o conceito: Ato ou efeito de incluir.

Infelizmente parece-me que ela caiu em desuso, pois neste país de dimensões geográficas tão grande, existe uma imensidão de desvalidos que ainda padecem de vários tipos de exclusão, dentre elas: a digital. Vivemos na era da informação e da tecnologia, na qual países do mundo inteiro participam de uma corrida desenfreada na busca de adventos tecnológicos que propiciem aos seus cidadãos, não só o acesso a informação, mas também a produtos culturais. Nos últimos anos o governo brasileiro resolveu investir em programas de inclusão digital, principalmente nas regiões norte e nordeste onde o problema é mais acentuado.

A exclusão

Segundo dados da União Internacional de Telecomunicões (ITU), o Brasil é o 28º do ranking Mundial, ou seja, com computadores em domicílio. Porém a pergunta que não quer calar é a seguinte: Será que todos os brasileiros que possuem computador em casa podem se considerar incluídos digitalmente? Acredito que não, porque no Brasil, apesar dos avanços nos últimos quatro anos, ainda existe uma grande concentração de renda, não permitindo aos mais carentes participar da divisão do bolo. Posteriormente, está inclusão digital não está consolidada por conta do desemprego que ainda é galopante e interfere diretamente na qualidade de vida das pessoas.Dados divulgados em abril de 2003 pela Fundação Getúlio Vargas(FGV-RJ) davam conta que12,46 % dos brasileiros tinham computadores em suas residências e pouco mais de 8,31 % encontravam-se conectados à internet.Embora sejam números antigos, o Brasil ainda precisa melhorar muito neste quesito.

Antonio Irismar de Almeida