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quarta-feira, 28 de maio de 2008

Semana Acadêmica de Comunicação Social traz conhecimentos extras aos estudantes


A Faculdade FACITEC está promovendo aos alunos do curso de comunicação social a Semana Acadêmica. Com duração de três dias o evento pretende levar conhecimentos e interação aos estudantes. Nesta terça feira foram realizadas oficinas e palestras. Aqueles que se inscreveram ficaram em salas com professores, cada um com tema. Os temas foram: foto para vídeo com o professor Paulo Duro; técnica de reportagem com a professora Fernanda Vasques; linguagem fotográfica com a professora Ana Nascimento; imagem por trás do espelho com o professor José Geraldo; direção de arte gráfica com o professor Paulo Vitor, marketing pessoal com a professora Ivone. A oficina mais solicita pelos alunos foi técnica de reportagem. No auditório ocorria uma palestra com o tema “o poder da marca” ministrada por um professor que não pertence a instituição, chamado José Neto, publicitário com pós graduação em gestão empresarial.

Para o estudante Heridan Pimental,do 4º semestre de jornalismo, a oficina que participou foi uma surpresa. “Eu me surpreendi quando vi a sala cheia de alunos. E o tema da oficina fez os estudantes participarem de forma significativa. A professora conseguiu passar em pouco tempo a essência do conteúdo através da teoria e também da prática que acontece no dia a dia”, diz o estudante que participou da oficina de técnica e reportagem. Já a aluna Beatriz Andrade fez uma crítica pelo fato da oficina que participou não ter sido realizada em laboratórios de informática. “Eu fiz a oficina de “editoração gráfica”, o professor foi bem dinâmico. Mas era necessário ter um laboratório para podermos ver alguns exemplos de editoração. Eu não dou nota dez para a oficina, porque pra mim faltou algo prático”, explica.

A palestra “o poder da marca” focou a marca “Harley –Davidson”. O palestrante informou que é a marca mais conhecida, devido sua logo ser a mais tatuada no mundo. O maior público da palestra era publicitário. O professor José Neto indicou livros publicitários que podem ajudar os alunos no decorrer do curso e na sua carreira profissional. Após a palestra ocorreu o debate, onde alunos e professores faziam perguntas ao palestrante. O evento terminou as 11h40min. Interessados podem participar no período da noite das 19h20min as 22h45min com outros oficinas e palestras. Amanha é o ultimo dia da Semana Acadêmica, e será o dia de shows culturais

segunda-feira, 12 de maio de 2008

A IMPRENSA CORRIQUEIRA GERA MEDIOCRIDADE.

O sensacionalismo, a apuração corriqueira de fatos transmitidos pelos meios de comunicação é o que chama a atenção de quem quer saber do que passa no dia a dia e no contexto geral de convívio social.
O que chama a atenção é que a noticía ,em sua maioria, é bastante "forte", no sentido de catástrofes e desgraças. A mediocridade se avança a cada "espetáculo", pois é assim que a notícia se vincula: através de espetáculos, desordens.
A mediocridade aqui far-se-a em sentidos pequenos, pois a notícia pode ser até relevante, porém o abuso da mídia em torno de tal fato é cansativo, o que acaba gerando algo enojador.

domingo, 11 de maio de 2008

JORNALISMO ESPECIALIZADO

Por Osmária Cunha
O jornalismo para o meio on line cresce cada vez mais no mundo. O mundo dos esportes tem uma cobertura vasta quando se refere ao jornalismo digital. A reunião de pauta na notícia em tela costuma ser realizada em dez minutos. Hoje, a notícia pela internet pelo fato de ser publicada em tempo real, algumas pessoa as vezes desconfiam da notícia, mas como informa o texto “jornalismo especializado” o mais importante de uma notícia da Internet é a própria notícia.
Hoje a mídia digital tem um perfil de leitores, que é entre 18 e 25 anos, são jovens que consomem mídia eletrônica. O que pode se observar é que os jovens da “geração Windows” preferem ler jornais na web, em sites preferidos, a lerem jornais e revistas impressas. Esta tendência tão chama a atenção também pelo fato do texto ser direto e curto

domingo, 30 de março de 2008

Adoção – No futuro, omitir ou não ?

Auridéa e seus filhos adotivos Débora(3) e Davi(7)

Muitas famílias que adotam crianças recém nascidas, têm o dilema de contar ou não para o filho adotivo que ele não é de sangue, e sim de coração. A adoção é um ato de amor para aquelas crianças que as mães biológicas não têm condições de criar o bebê ou até mesmo o rejeitam. Algumas famílias temem em contar para o filho adotivo por medo de certa revolta de não conhecer a mãe de sangue, tomando-se uma atitude covarde, podendo piorar a situação.

Muitos pais que adotaram crianças, nunca tiveram a intenção de esconder sobre a adoção para o filho. O casal de empresários, Auridéa Castro Falcão Fernandes e Sérgio Roberto C. Fernandes, já adotou duas crianças, após várias tentativas de inseminação sem sucesso. A primeira adoção foi de Davi Fernandes, hoje com sete anos, e a segunda é Débora Fernandes, com três anos de idade. Após cinco meses com Débora, o casal descobriu que a filha é especial, pois durante gestação a mãe biológica ingeriu remédios para aborto, e em conseqüência disso, não houve desenvolvimento do lado esquerdo do cérebro, causando problemas de visão e na locomoção dos membros.

O casal nunca escondeu sobre a adoção á ninguém, inclusive ao filho Davi, que já entende. “Não há motivo para esconder, o amor que damos para nossos filhos é tão sublime que pra mim ele saiu da minha barriga. Davi sempre diz pra mim: “Mãe, eu sou tão feliz, obrigado por ter me adotado”. E isso pra mim já é tudo”, se emociona Auridéa Castro. As pessoas que costumam esconder sobre adoção, podem sofrem conseqüências futuras, ainda mais quando descobrem que são filhos adotivos através de outras pessoas. Há muitos casos que adolescentes se revoltaram, ficaram tristes ou mesmo saíram de casa por descobrirem que são filhos adotivos.

Psicólogos e assistentes sociais, falam que esta decisão de contar ou não, fica por conta da família, mas recomendam: É muito melhor contar a verdade. Omitir sobre a adoção, pode acarretar problemas no relacionamento familiar, ainda mais quando é contado ou descoberto na fase adolescente do adotado.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Escola de Música de Brasília oferece musicografia braile


Limitações superadas pela força de vontade


A Escola de Música de Brasília está oferecendo cursos para alunos especiais. Hoje a escola tem 38 alunos com deficiência, sendo que 22 são deficientes visuais que fazem “musicografia braile”, técnica desenvolvida em 1828 por Louis Braille. A força de vontade dos alunos superam as limitações tantos dos baixa visão quanto dos cegos, cuja a dificuldade ainda é maior devido a transformação de partituras no sistema braile.
O aluno Gabriel de Souza, tem 13 anos de idade e está na escola de música há cinco anos, faz a 6ª serie do ensino fundamental. É um menino alegre e comunicativo. Já fez oficina de percussão, mídia, que é música no computador, e piano, hoje ele faz clarinete, que é a sua opção. Ao perguntar que carreira deseja seguir no futuro ele afirma: “Quero ser músico, eu gosto de tocar”.
A Escola de Música tem apoio da Diretoria de Ensino Especial, mas em relação à verba, há uma certa carência. A escola aceita voluntariados, mas com regras, de acordo com a lei e a exigência é que tenha conhecimentos da linguagem musical. Quem quiser mais informações sobre a Escola de Música de Brasília e conhecer sobre a musicografia braile, basta ligar no 61- 3221 8300 ou no site da escola de música http://www.emb.com.br/. A escola também aceita visitas da comunidade.



Por Osmária Cunha