segunda-feira, 12 de maio de 2008

Há imprensa medíocre

Segundo o dicionário da Língua Portuguesa, medíocre é o que tem pouca qualidade, pouco valor, pouco merecimento. Pode-se atribuir o termo medíocre à matérias jornalísticas e se valem da miséria humana, da dor e sofrimento de pessoas que perderam seus entes queridos de forma drásticas, bárbaras e cruéis.
Um exemplo claro de uma mídia medíocre é o Jornal “Na Polícia e nas Ruas”, que a cada matéria sensacionalista se vale de fotos grotescas e textos esdrúxulos para vender informações sem se preocupar que os atingidos direto ou indiretamente com a notícia tem sentimentos que merecem ser respeitados.
A grande questão envolvida é, por que esse tipo de jornal existe? A própria sociedade é quem “patrocina” este tipo de jornalismo (imprensa marrom ) por comprar e consumir informações deste gênero e desta forma dar margem para que matérias medíocres se alastrem e tomem conta das ruas e semáforos da cidade.
Uma possível solução deste mal cada vez mais crescente, é a conscientização dos atuais estudantes de jornalismo. É fundamental que saibam que “ética jornalística ” é fundamental para que se ajude a formar uma sociedade mais justa e consciente.

Internet - Memória Coletiva

Muitos afirmam que os avanços em tecnologia de informação acabam distanciando as pessoas, outros a vêem como maneira de aproximá-las e principal meio de informação. Estas últimas acreditam que a vivência em comunidade está passando por mudanças e adaptações. Mas como afirmar que há interação entre pessoas que, na maioria da vezes, apenas se conhecem virtualmente?

Informações colocadas em um site de um determinado grupo de pessoas constroem a identidade de tal grupo e possibilita a representação de uma cidade. Isso porque a tecnologia, além a alta velocidade do fluxo de informações, permite a aproximação entre pessoas que estão distantes.

A memória de uma cidade, ates de todo o avanço da tecnologia, vivia apenas em provérbios, histórias e narrativas. O conhecimento da história de um cidade por exemplo, não se dá mais em conversas com os familiares mais velhos ou com a busca em acervos da própria comunidade, mas sim na tela do computador. Além dessa mudança na forma de transmissão das informações, o receptor não é mais aquele que penas ouve, aprende ou lê o que lhe é passado, mas também interfere na forma como a historia é contada , ou seja, todos podem intervir nos relatos.

Liberdade de opinião

O blog é um espaço democrático. Qualquer pessoa que tenha acesso a internet pode ter a sua página, mesmo não tendo muito conhecimento de informática.
Há um tempo atrás os blogs serviam a princípio como diários pessoais, mais depois da tragédia de 11 de Setembro ganhou uma nova função, de jornal on-line. Esse processo rompeu com o tradicional emissor-receptor.
O cidadão também opina, noticia, participa dos acontecimentos.
É fato que nem toda informação veiculada na web é jornalismo. Os blogs são o suporte para o conteúdo, que pode ou não ser jornalístico, e como é óbvio muitas vezes não é. Esse movimento é muito importante para realizar um senso crítico.

A liberdade não tem preço

A liberdade de expressão é o que todos pregam, o direito de poder falar o que pensa e de criticar o que acha injusto. Nos meios de comunicação não acontece dessa forma, tudo é controlado por quem exerce mais poder.No jornalismo essa liberdade é marcada por inúmeras formas. Falar de um determinado assunto requer bom-senso, moral e ética.
Para tanto, a liberdade não tem preço, mas é preciso ter cuidado para não lesar, denegrir ou caluniar alguém. A projeção de argumentar, falar, escrever deve estar fundamentada em não possuir interferências externas. Nós jornalistas precisamos dessa liberdade, pois estamos em busca da verdade, que muitas vezes é questionada pelo público. É preciso ter liberdade para que apareça a verdade.

Blogar é posicionar-se

Já a algum tempo, por meio dos blogs, as pessoas começaram a colocar suas idéias, posicionamentos, críticas e elogios na internet, é uma tendência que esse número de blogueiros aumente. O blog da à sociedade uma ferramenta para que as pessoas exponham suas opiniões, o posicionamento das pessoas fica bastante claro nos blogs disponibilizados na rede, existem os tipos mais variados, os críticos, cômicos, informativos e até blogs criados com a intenção de “alfinetar” políticos e a pessoas conhecidas na mídia.
Esses posicionamentos são importantes, pois as pessoas podem expressar suas idéias ou críticas de determinados assuntos nesses blogs, além disso, hoje é a melhor forma que as pessoas encontraram para fazer suas críticas e dar suas opiniões sobre os assuntos discutidos no nosso dia-a-dia.
Por: Douglas Veras / Thiago Alves

Jornalismo especializado

O jornalismo está cada vez mais interativo. O jornalista tem que ser multimídia sempre, mesmo trabalhando em web jornalismo. O repórter da web, geralmente tem que prestar atenção no evento que está cobrindo, ser seu próprio cinegrafista, produtor, fotógrafo e mandar a matéria para a redação, ou ter que postar no site de onde quer que ele esteja. Essa tendência tende a se espalhar, pois na internet você pode ver, além de texto, vê foto, vídeo e ouve rádio. Onde vamos parar? Tomara que não pare!

domingo, 11 de maio de 2008

JORNALISMO ESPECIALIZADO

Por Osmária Cunha
O jornalismo para o meio on line cresce cada vez mais no mundo. O mundo dos esportes tem uma cobertura vasta quando se refere ao jornalismo digital. A reunião de pauta na notícia em tela costuma ser realizada em dez minutos. Hoje, a notícia pela internet pelo fato de ser publicada em tempo real, algumas pessoa as vezes desconfiam da notícia, mas como informa o texto “jornalismo especializado” o mais importante de uma notícia da Internet é a própria notícia.
Hoje a mídia digital tem um perfil de leitores, que é entre 18 e 25 anos, são jovens que consomem mídia eletrônica. O que pode se observar é que os jovens da “geração Windows” preferem ler jornais na web, em sites preferidos, a lerem jornais e revistas impressas. Esta tendência tão chama a atenção também pelo fato do texto ser direto e curto

Mudanças no paradigma do webjornalismo


O crescimento do webjornalismo tem gerado uma série de mudanças na estrutura da notícia. O internauta que deseja se informar por meio da internet sabe que terá que clicar diversas vezes a fim de se aprofundar sobre um determinado assunto. Se antes o lead era o primordial na mídia, agora não é o bastante para manter o internauta interessado.


O processo de elaboração das notícias também se tornou mais célere o que obriga o jornalista a se preocupar mais com a apuração dos fatos. Fatores como a objetividade, a concisão e a simplicidade são imprescindíveis para o sucesso do jornalismo on-line e desafiam os jornalistas todos os dias.

Jornalismo especializado

A Internet tem inovado a cada dia. Os internautas tornaram-se dependentes desse ciberespaço. O jornalismo tem ganhado uma nova personalidade. Ocorreram algumas modificações por conta da necessidade de um jornalista multimídia. Esse novo jornalista além de ser dinâmico, deve saber trabalhar com um dead-line mais curto. A Internet lida com o atual, as notícias são rápidas e objetivas. As informações ganham repercussão em questão de segundos. A mídia on-line é eclética e tudo se converge a ela. A Internet subverteu à multifuncionalidade e o internauta deve se adaptar as suas transformações.


Jornalismo Especializado

O jornalismo on-line está passando por uma transformação. Antes as notícias eram basicamente copias digitais dos jornais impressos, agora pode se observar um crescimento no material exclusivo para os sites. A mídia digital não se preocupa em informar uma grande quantidade de pessoas, mas apenas o indivíduo digital, que está habituado a navegar na Internet. Portanto, é fundamental que os idealizadores dos sites se preocupem em atender as necessidades dos internautas.
Por Thaís Passos