quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Estar incluído é permanecer

Na era do rádio, a mensagem era transmitida de maneira direta e repetitiva. Quando surgiu a televisão a mensagem passou a ter como característica principal a superficialidade. Agora nos tempos dos Bit's e do Bytes – era digital- a mensagem na internet caracteriza-se por ser atual e instantânea. Se a mensagem é diferente, quem a recebe também deve sê-lo.

Com jornais a R$ 0,50; radinho de pilha a R$ 1,99 e televisores espalhados por quase todos os locais públicos como postos de saúde, terminais rodoviários e administrações regionais, fica fácil o cidadão brasiliense se informar sobre as notícias do DF e do mundo. Porém, para se conectar ao mundo virtual da internet é preciso operar um computador pessoal (PC) e muitos ainda não têm poder aquisitivo suficiente para tal.

Alternativa
Um possível caminho apresentado para resolver este problema é a instalação de centros de inclusão digital. Iniciativas públicas e privadas já podem ser encontradas no Distrito Federal, ainda que de maneira tímida. O Governo do Distrito Federal criou o projeto DF Digital que oferece cursos de internet para as várias comunidades no DF. Algumas Organizações Não Governamentais, ONG's, também desenvolvem projetos na área digital. Mas depois que o curso acaba os alunos precisam treinar aquilo que aprenderam durante o curso para poderem desenvolver os conhecimentos adquiridos e, acabam esbarrando em um grande obstáculo da inclusão digital: ter seu próprio computador.

O governo precisa baixar os impostos e os revendedores os preços para que de fato haja a plena inclusão digital, até porque, estar incluído não quer dizer estar de passagem, mas permanecer.

3 comentários:

Anônimo disse...

Professora dá para fazer os comentários. Abraços

Anônimo disse...

Mas depois que o curso acaba ... o curso para
Bom texto.

Anônimo disse...

Matheus,
Seu texto está muito bom. CD