terça-feira, 13 de maio de 2008

CIDADANIA EXIGE AUTOCRÍTICA

Falar em cidadania para mim seria algo prazeroso se realmente as pessoas ou instituições dessem o valor que esta palavra tem, colocando-a em prática. Nos dias atuais os governos não estão voltados para este quesito, as escolas não formam cidadãos conscientes , politizados dotados de capacidade de discernir o certo do errado. Parece-me que não é do interesse dos homens que comandam este país, em especial a classe política, que têm o interesse que a grande massa continue passiva para que possam lograr êxito em seus objetivos políticos.

Um exemplo disso são as redações dos meios de comunicação que estão repletas de profissionais que são pagos para assassinar a reputação alheia sem existir mecanismos que os impeça de execrar publicamente pessoas ou instituições. Não estou me referindo à volta da censura, bem longe disso. Acho que não é por aí, mas sim, responsabilidade naquilo que se escreve.

Por que isso acontece?A resposta é simples. Justamente pela a ausência daquela palavrinha mágica que pronunciamos no inicio deste texto; Cidadania. Para ser cidadão é necessário ser crítico, para ser crítico é preciso ter formação, ou seja, uma coisa depende da outra. Como um individuo vai ter a condição de se posicionar acerca de um assunto, se ele sabe ler, mais não sabe interpretar? Aí é onde os coronéis eletrônicos e a corja política se perpetuam no poder à custa da ignorância da maioria, transformando-os em “massa de manobra”.

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